O candidato Jeffrey Chiquini argumenta que o ministro Alexandre de Moraes perderá poder com o arquivamento do inquérito das "fake news" (0:26). Segundo ele, o afastamento definitivo do ministro depende da eleição de Flávio Bolsonaro em 2026, permitindo nomear novos magistrados e eleger um Senado comprometido com seu impeachment a partir de 2027.
Ler NotíciaTransparência Internacional pede afastamento de Moraes para evitar interferência em investigações
Ler NotíciaLevantamento trará cenários de primeiro e segundo turnos, além de medir rejeição, firmeza do voto e alcance do horário eleitoral na reta final da campanha
Ler NotíciaApuração foi instaurada por Moraes em 2019; Fachin agora defende o encerramento das investigações
Ler NotíciaPDF foi escaneado depois de a decisão estar assinada e vincula a versão pública a “Jefferson.Silva”; o mesmo nome apareceu em áudio sobre falsificação da origem de relatórios. (David Agape)
Ler NotíciaA quem interessa a maior crise enfrentada pelo Supremo Tribunal Federal em muitos anos? A pergunta deixou de ser apenas jurídica quando o caso Banco Master atravessou a Praça dos Três Poderes e entrou na campanha presidencial. Falta um mês para o primeiro turno. Lula e Flávio disputam uma eleição cada vez mais apertada. O Datafolha divulgado nesta quinta-feira,3, mostra Lula com 38% e Flávio com 33% no primeiro turno. Numa eventual segunda rodada, 46% a 44%. A vantagem do presidente diminuiu. É nesse cenário que explode a crise.
Ler NotíciaO uso de um relatório de inteligência da Polícia Federal sem valor probatório e com análises de conjuntura para acusar o ministro André Mendonça foi criticado até por aliados de Alexandre de Moraes de dentro e fora do STF (Supremo Tribunal Federal). Uma autoridade próxima de Moraes e crítica à forma como Mendonça conduz seus inquéritos chamou o documento de "exótico" e classificou sua utilização como "vexatória". Um ministro do Supremo disse
Ler NotíciaAndré Mendonça logo se firmou como um dos mais admirados ministros do Supremo, por sua coragem, decência, rigor técnico e serenidade nas relatorias das fraudes bilionárias contra aposentados do INSS e clientes do Banco Master, atingindo poderosos em cheio, incluindo colegas. A turma que compartilha o poder no Brasil – Lula (PT), lulistas do STF e o presidente do Senado – tentam a isolar Mendonça, mas isso o fortalece: quanto mais o sistema estrebucha, mais a opinião pública o vê como juiz que não se dobra aos poderosos e inspira temor em cada um deles.
Ler NotíciaA guerra entre os ministros do STF enfraquece a campanha presidencial de Lula (PT) e permite a Flávio Bolsonaro (PL) se posicionar como o defensor da instituição, dizem aliados do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Tanto Flávio como correligionários têm usado a crise para criticar Moraes, considerado o maior algoz do bolsonarismo ele foi responsável por determinar a prisão do ex-presidente e é acusado pelo grupo de perseguir políticos aliados à família Bolsonaro.
Ler NotíciaA recente crise no Superior Tribunal Federal (STF) e a estagnação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas recentes pesquisas de intenção de voto acenderam um alerta na campanha. Petistas reclamam, em reserva, que a atuação do ministro André Mendonça nesta semana tem "viés político" prejudicial para eles, mas divergem sobre como a candidatu Como o Valor mostrou, a retirada do sigilo de relatórios da Polícia Federal (PF) que mostram a suposta ligação entre ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, e o ministro Alexandre de Moraes, na terça-feira (3),
Ler NotíciaO empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, o “Mineiro”, esteve no Palácio do Planalto pelo menos uma vez, em janeiro de 2024, de acordo com registros da portaria obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. Em delação premiada fechada com a Procuradoria-Geral da República (PGR), “Mineiro” disse atuar como “homem da mala” do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. A entrada de Freixo no Palácio do Planalto foi registrada no dia 23 de janeiro de 2024, uma terça-feira, às 14h42.Foi a única vez que ele entrou no local entre janeiro de 2022 e março de 2025
Ler NotíciaOpaís nunca viveu situação semelhante e, por isso, a dificuldade de lidar com a realidade. Estamos mergulhados na pior crise institucional da nossa História de 526 anos. O poder mudou de mãos. A democracia representativa, tal como conhecemos, perdeu o efeito prático e o governo é exercido por aqueles que não têm, nunca tiveram e não precisam de votos. A prática cotidiana do poder nos últimos anos tem sido submissão total ao Supremo Tribunal Federal pelo Executivo e Judiciário. A governabilidade de Lula tem como fonte primária de poder não o Congresso
Ler Notícia