Lula começou o primeiro debate contra Flávio Bolsonaro, neste domingo (18/10), na Band, como quem precisava encontrar o próprio lugar no palco. Não deu boa noite, olhou para a câmera errada e se atrapalhou com o tempo. O adversário entrou mais organizado, cumprimentou os presentes e dirigiu uma saudação até ao presidente. Foi um gesto de civilidade que chamou a atenção numa família política tão acostumada à truculência. 1 a 0 para o senador.
Ler NotíciaHá razões de sobra para votar nele se você pensa como ele, ou parecido. No livro “Mito ou verdade”, de 2017, sobre o seu pai, o senador das rachadinhas e padroeiro dos milicianos expõe seu ideário sem disfarces. No texto, ele exalta o golpe de 1964 e o regime autoritário que perseguiu, prendeu e matou opositores políticos. Flávio exalta o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que levava crianças para assistirem à tortura dos pais à época da ditadura. Descreve o militar como um “homem correto, íntegro, que cumpriu seu papel de defender
Ler NotíciaA 6 dias do 2º turno, candidato do PL abre 4 pontos de vantagem sobre o petista nos votos válidos e decisão segue com placar apertado Pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta 2ª feira (19.out.2026), mostra que as intenções de voto no senador Flávio Bolsonaro (PL) avançaram em 3 dias. Agora, o candidato da direita tem 52% dos votos válidos ante 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de esquerda. A pesquisa foi realizada de 16 a 18 de outubro, com 3.000 entrevistas e margem de erro de 1,8 ponto percentual.
Ler NotíciaA primeira-dama Janja Lula da Silva (PT) foi repreendida pela equipe da Band por interromper o debate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Uma das regras do encontro é que a plateia não pode se manifestar durante a transmissão.Em seu perfil no X, Deltan Dallagnol –um dos aliados que acompanhou Flávio no debate– afirmou que a primeira-dama “fez provocações” contra o senador e “fingiu espirros e falou palavras enquanto ele se pronunciava”.
Ler NotíciaUma avaliação qualitativa encomendada pela campanha do PT indica que o debate realizado neste domingo (18.out.2026) pela Band entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) não foi suficiente para alterar a intenção de voto dos eleitores indecisos. Embora Lula tenha sido mais bem avaliado nos 5 grupos focais, a maioria dos participantes continuou em dúvida e manifestou um desejo de mudança.
Ler NotíciaO deputado federal André Janones (Rede-MG) mobilizou os 5,4 milhões de seguidores do canal Exército do Lula, no WhatsApp, para impulsionar pesquisas negativas sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no Google durante o debate presidencial da Band, neste domingo (18.out.2026).Às 22h10, Janones orientou os integrantes do canal a pesquisar 3 expressões: “Flávio miliciano”, “Flávio Ana Clara” e “Flávio Comando Vermelho”. Os termos apareceram entre as principais tendências de pesquisa no Brasil durante o confronto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ler NotíciaLevantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta 2ª feira (19.out.2026) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 51,1% das intenções de votos válidos para a Presidência da República, contra 48,9% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 2º turno da eleição. Na pesquisa anterior, divulgada em 9 de outubro, Flávio tinha 52,8% dos votos válidos, enquanto Lula somava 47,2%.O levantamento entrevistou 4.998 eleitores de 13 a 18 de outubro de 2026. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%.
Ler NotíciaLevantamento BTG/Nexus divulgado nesta 2ª feira (19.out.2026) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 50,3% das intenções de votos válidos para a Presidência da República, contra 49,7% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 2º turno da eleição. Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados. Na pesquisa anterior, divulgada em 13 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos, enquanto Lula somava 48%. O levantamento entrevistou 2.002 eleitores de 16 a 18 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais
Ler NotíciaLevantamento do PoderData/Aya realizado de 16 a 18 de outubro mostra que 48% dos eleitores dizem que não votariam “de jeito nenhum” no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 2º turno das eleições. Outros 44% dizem o mesmo sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL). Os resultados desta rodada mostram que a rejeição ao petista oscilou 2 pontos percentuais para cima, passando de 46% para 48%. Já a rejeição a Flávio oscilou 1 ponto para baixo, de 45% para 44%, em relação ao levantamento anterior.
Ler NotíciaA ser como foi ontem, melhor não ter debate. Tem que mudar as regras no próximo. Não pode ter auditório. Não é programa do Chacrinha. Não é luta de UFC para ter torcida. Só os candidatos no estúdio. E cada com dois assessores no máximo. Os candidatos não têm que circular pelo palco. Procurando a câmera certa. Não são candidatos a atores. Cada um tem que ficar no seu púlpito. Não tem que ter debate entre eles. Quem tem que fazer perguntas são os jornalistas. O que vimos ontem foi o caos.
Ler NotíciaO debate na Band entre o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o senador Flávio Bolsonaro trouxe poucas contribuições para a definição dos votos ainda em disputa e para o desfecho da eleição deste ano. A discussão foi avaliada como cansativa e confusa, inclusive entre os chamados “convertidos”. O formato conturbado, com livre circulação dos candidatos pelo palco sem regras claras de interação, favoreceu o deboche e as falas simultâneas, deixando pouco espaço para algo além de uma profusão de ofensas, sobretudo do desafiante ao incumbente.
Ler NotíciaA TV Bandeirantes produziu o primeiro debate vale-tudo da era digital, mas na TV, como se fosse um duelo em ambiente virtual. E Lula caiu na arapuca do formato do confronto com Flávio Bolsonaro, do qual nenhuma outra figura pública sensata poderia sair vencedora. Flávio e Lula perderam, mas Lula não precisava ter perdido desse jeito. Primeiro, porque sua assessoria e seu comando de campanha aceitaram algo inimaginável como arena de debate para alguém com bom senso.
Ler Notícia